REDE CPLPAV

Notícias

16-01-2017
Encerra-se essa semana a transmissão do Programa Nossa Língua



Esta semana será exibido o último documentário do Programa Nossa Língua, encerrando a programação de 28 semanas de títulos que refletem as realidades nacionais dos países integrantes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.


O Programa Nossa Língua, parte integrante do Programa CPLP Audiovisual, constituiu-se em iniciativa estratégica de colaboração entre as emissoras públicas de televisão dos estados membros da CPLP para a composição de uma faixa comum de programação difundida simultaneamente nos diversos territórios nacionais, composta por documentários capazes de oferecer ao público telespectador uma visão contemporânea da diversidade cultural, social e política do mundo de língua portuguesa.Os Polos da Rede CPLP Audiovisual selecionaram uma carteira de títulos para a ilustração das respectivas realidades nacionais para serem exibidos nas emissoras públicas dos estados membros da CPLP. Com isso, foi criada uma faixa semanal de programação, com duração aproximada de 60 minutos, que foi exibida ao longo de 28 semanas, entre o segundo semestre de 2016 e o primeiro trimestre de 2017.

As ações do Programa CPLP Audiovisual continuam em 2017 com a exibição da programação inédita resultante das produções selecionadas e produzidas pelos Concursos Nacionais do DOCTV CPLP II e do FICTV CPLP I.

16-01-2017
Encerra-se essa semana a transmissão do Programa Nossa Língua

Esta semana será exibido o último documentário do Programa Nossa Língua, encerrando a programação de 28 semanas de títulos que refletem as realidades nacionais dos países integrantes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

15-01-2017
NOSSA LÍNGUA: Uma Lulik

No documentário “Uma Lulik” (Casa Sagrada) o realizador Victor de Sousa transporta-nos ao universo dos antepassados, presenças inquestionáveis, sentidas, palpáveis em cada objeto nascido da terra e da memória coletiva. Esta é a história da construção de uma casa sagrada, vivida e contada por um timorense.Após a destruição de grande parte das Casas Sagradas durante 24 anos de ocupação Indonésia, a reconstrução da identidade nacional passa pelas aldeias e pelas montanhas, onde o sagrado, pouco a pouco, volta ao seu lugar, à sua casa.

08-01-2017
NOSSA LÍNGUA: Lusitânia Expresso

120 pessoas, vindas de 23 países diferentes, se unem em uma viagem com o objetivo de depor uma coroa de flores no túmulo dos timorenses vítimas do massacre feito por militares indonésios no cemitério de Santa Cruz em 1991. A marinha indonésia impede que o navio entre em águas timorenses, mas o objetivo principal foi alcançado: denunciar ao mundo a violência que estava a ser cometida em Timor-Leste pela Indonésia.

veja mais